A realização de "superávits primários robustos" tem permitido que o Tesouro Nacional resgate títulos em volume maior, o que possibilitou a queda do estoque da dívida interna do governo federal em julho. A explicação foi dada hoje pelo coordenador-geral de operações da dívida pública, Guilherme Pedras. "O primário robusto dá mais flexibilidade para o Tesouro", disse. A dívida interna caiu 3,44% no mês passado, para R$ 1,204 trilhão