As atenções estão voltadas para o mercado norte-americano, que retorna do feriado do Dia da Independência sem mostrar muita vontade de assumir posições nessa véspera de divulgação do relatório de emprego (payroll). Os índices futuros em Wall Street estão de lado (Nasdaq +0,03% e S&P 500 -0,14%, às 10h15), o que se replica também na Bolsa de Valores de São Paulo. O índice Bovespa abriu em baixa, cedeu até -0,34% (55.507), mas inverteu o sinal e às 10h18 avançava 0,02%, a 55.706 pontos.O mercado só deverá definir para onde vai nesta quinta-feira após a divulgação do índice ISM do setor de serviços referente ao mês de junho, nos EUA, às 11 horas, e do relatório sobre os estoques norte-americanos de petróleo na semana passada, às 11h30.
Os investidores estão preocupados com a alta recente do preço do petróleo, que se encontra nas máximas dos últimos 10 meses. Esta manhã, o barril continua subindo e era negociado em Londres a US$ 73,92, alta de mais de 1%. Nos EUA, o barril era cotado a US$ 72. Por isso, é grande a expectativa com os relatórios de petróleo. A previsão dos analistas é de aumento de 700 mil barris nos estoques de gasolina. As ações de Petrobras podem reagir à movimentação dos preços da commodity.
Ontem a Bolsa paulista surpreendeu e, mesmo sem a referência de Nova York, subiu mais um pouco e chegou a tocar os 56 mil pontos. Mas acabou fechando praticamente no zero a zero, com variação negativa de 0,01%.